Alguém Pode Me Amar?

“Pois Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que este fosse salvo por meio dele”. (João 3:17 – *NVI)

Você pode ter todos os defeitos, medos, frustrações, decepções, traumas, ressentimentos, ódio, tristeza, depressão…

Você pode fazer uma lista de maldades em seu caráter, de justificativas para não ser amado, não querer mudar sua posição de derrota, de vítima…

Você pode querer ficar na mesma situação em sua vida até o fim, por achar que merece carregar um fardo pesado, que esta é a sua sentença…

Mas hoje o Senhor te diz:

“Não importa meu filho, minha filha o que você fez ou o que fizeram com você…Eu Te Amo, amo seus olhos, seu jeito de andar, seu jeito de sorrir, sua voz, eu desejo estar ao seu lado sempre, posso te ajudar, curar suas feridas, tirar os seus medos, suas preocupações, posso Filho, posso Filha?”

Seu Pai estará todos os dias esperando sua resposta, você pode responder?

PAI EU…

Texto: Vivian C. Thomazinho Vicente

*Tradução: Nova Versão Internacional

Fonte: mensagemdiaria

Procurando um pastor

Uma certa igreja estava precisando de pastor. Um dos presbíteros escreveu uma carta como se tivesse recebido de um candidato e a leu perante o conselho da igreja: “Senhores, sabendo que o púlpito de sua igreja está vago, gostaria de candidatar-me ao cargo. Tenho muitas qualificações que, penso, irão apreciar. Tenho sido abençoado com o PODER na pregação e tenho tido bastante sucesso como escritor. Alguns dizem que sou bom administrador; algumas pessoas, contudo, tem alguma coisa contra. Tenho mais de 50 anos de idade. Nunca fiquei no mesmo lugar. Tive que deixar uma cidade, porque a obra causou tumulto e distúrbios. Tenho que admitir que estive na cadeia, 3 ou 4 vezes, mas não por más ações. Minha saúde não é muito boa, embora eu consiga trabalhar muito. Tenho exercido minha ‘profissão’ para pagar as despesas. As igrejas em que tenho pregado, são pequenas, embora localizadas em várias cidades grandes. Eu não tenho tido comunhão com os líderes religiosos das diversas cidades onde tenho pregado. Para falar a verdade, alguns deles me levaram às barras do tribunal e me atacaram física e violentamente. Eu não sou bom para manter arquivos de registros. Muitos sabem que eu esqueci a quem batizei. Todavia se os senhores quiserem me aceitar, esforçar-me-ei ao máximo, mesmo que seja obrigado a trabalhar para custear o ‘meu sustento’.”
Depois de ler esta carta diante do conselho, o presbítero perguntou aos oficiais se estavam interessados neste candidato. Eles replicaram que ele jamais serviria para aquela igreja. Eles não queriam um homem enfermo, contencioso, turbulento, um ex- presidiário ‘descabeçado’. E ainda mais… A apresentação deste candidato era até um ”insulto” para a igreja. Depois perguntaram qual era o nome do candidato, e a resposta foi: ‘O APÓSTOLO PAULO!’